- Sintomas ainda controláveis sem cirurgia
- Infecção ativa ou recente não resolvida
- Neuropatia importante, circulação inadequada ou osso desfavorável
- Instabilidade ou deformidade não corrigível
- Demanda incompatível com a durabilidade esperada do implante
Artroplastia total do tornozelo
A prótese pode preservar movimento, mas depende de seleção rigorosa e equilíbrio de todo o tornozelo.
A artroplastia substitui as superfícies desgastadas do tornozelo por componentes metálicos e um espaçador plástico. É uma alternativa à artrodese em pacientes cuidadosamente selecionados.
Objetivo anatômico e funcional
A artroplastia substitui as superfícies desgastadas do tornozelo por componentes metálicos e um espaçador plástico. É uma alternativa à artrodese em pacientes cuidadosamente selecionados.
- Artrose avançada dolorosa do tornozelo
- Artrose pós-traumática com alinhamento reconstruível
- Perda de mobilidade e função apesar de tratamento
- Sobrecarga de articulações vizinhas em situações selecionadas
- Casos em que preservar movimento traz vantagem funcional
Indicar bem é tão importante quanto operar bem
A decisão combina anatomia, sintomas, impacto funcional, risco, resposta aos tratamentos anteriores e objetivos do paciente.
- Dor e limitação importantes com artrose terminal
- Falha das medidas não cirúrgicas
- Osso, pele, circulação e estabilidade adequados
- Expectativas compatíveis e capacidade de acompanhamento
Buscar expertise em Pé e Tornozelo permite comparar opções, reconhecer lesões associadas e selecionar a técnica proporcional — inclusive concluir que ainda não é o momento de operar.
O procedimento começa antes da sala cirúrgica
Uma indicação responsável inclui confirmação diagnóstica, análise das partes moles, condições clínicas, capacidade de reabilitação e discussão de expectativas.
- 01Radiografias com carga, eixo e alinhamento
- 02Tomografia e planejamento dos componentes quando indicado
- 03Avaliação de ligamentos, pé plano/cavo e articulações vizinhas
- 04Discussão comparativa com artrodese e possibilidade de revisão
A técnica é escolhida para o caso — não o caso para a técnica
As abordagens abaixo representam possibilidades. Uma mesma cirurgia pode combinar técnicas, e nenhuma delas é indicada automaticamente.
Implante por acesso anterior ou lateral
A via depende do sistema, anatomia e planejamento.
Conheça a técnica em detalhe ›Ressecções ósseas guiadas
Preparam tíbia e tálus para posicionamento preciso dos componentes.
Conheça a técnica em detalhe ›Balanceamento ligamentar
Busca estabilidade e distribuição adequada de carga.
Conheça a técnica em detalhe ›Correções associadas
Osteotomias, alongamentos ou reconstruções podem alinhar o pé.
Conheça a técnica em detalhe ›Artroplastia de revisão
Troca componentes ou converte para outra reconstrução em falhas selecionadas.
Conheça a técnica em detalhe ›Cada card possui um campo de link próprio, preparado para receber vídeo, animação, publicação científica ou página explicativa do Dr. Francisco Honório Júnior, sempre com finalidade educativa.
Etapas que transformam o planejamento em execução
- 01Planejamento de tamanho, alinhamento e correções associadas
- 02Preparo preciso da tíbia e do tálus
- 03Implantação e teste de estabilidade e movimento
- 04Fechamento e proteção das partes moles
Transparência faz parte da decisão
Toda cirurgia envolve riscos. A frequência e a relevância de cada um variam conforme o procedimento, a gravidade da doença e as condições individuais.
- Infecção, soltura ou desgaste do implante
- Fratura ao redor dos componentes
- Instabilidade, desalinhamento ou rigidez
- Lesão nervosa e problemas de ferida
- Necessidade futura de revisão ou artrodese
A evolução é orientada por critérios, não por promessas de prazo
Proteção, apoio, mobilidade e reabilitação variam conforme a técnica, a qualidade dos tecidos, a consolidação e a resposta individual.
- 01Proteção da incisão e dos componentes
- 02Apoio progride conforme osso e procedimentos associados
- 03Mobilidade e marcha são reeducadas gradualmente
- 04Acompanhamento radiográfico permanece por longo prazo
Informação para decidir com clareza
A prótese dura para sempre?
Não é possível garantir. Desgaste, soltura e necessidade de revisão podem ocorrer ao longo do tempo.
Preserva todo o movimento?
Busca preservar parte do movimento funcional; o resultado depende da rigidez prévia e de outros fatores.
É melhor que artrodese?
Não para todos. Cada opção tem benefícios, limitações e perfis de paciente diferentes.
Assinado e revisado
Dr. Francisco Honório Júnior
Ortopedista e Traumatologista · Especialista em Dor · Cirurgia do Pé e Tornozelo
CRM/AL 5698 · RQE 3037 · RQE 5839 · Membro da SBOT e da ABTPé
Compreenda as alternativas antes de decidir
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