Esperada
Relacionada ao trauma cirúrgico e tende a evoluir gradualmente.
Agende sua avaliaçãoAlgum desconforto pode fazer parte da recuperação; mudança de padrão ou piora exige atenção.
A dor pós-operatória deve ser interpretada de acordo com o procedimento, fase de recuperação e evolução. Dor desproporcional, progressiva ou acompanhada de sinais sistêmicos precisa de avaliação sem demora.
A localização, o mecanismo, o tempo de evolução e o impacto funcional ajudam a organizar as hipóteses.
Relacionada ao trauma cirúrgico e tende a evoluir gradualmente.
Pode acompanhar sobrecarga, rigidez ou implante proeminente.
Queimação, choque, alodinia ou alteração sensitiva.
Infecção, trombose, falha de fixação ou síndrome dolorosa regional.
Alguns sintomas exigem avaliação presencial rápida ou atendimento de urgência.
Além de localizar a dor, é necessário entender mecanismo, limitações, contexto clínico e o que realmente modifica a conduta.
A disponibilidade de uma técnica não significa indicação automática. O plano é proporcional ao diagnóstico e aos objetivos.
Depende do procedimento e da pessoa. O mais importante é a tendência evolutiva e os sinais associados.
Não necessariamente. É preciso identificar a origem antes de concluir.
Não. Analgésicos têm riscos e devem seguir orientação individualizada.
Dr. Francisco Honório Júnior
Ortopedista e Traumatologista · Especialista em Dor · Cirurgia do Pé e Tornozelo
CRM/AL 5698 · RQE 3037 · RQE 5839 · Membro da SBOT e da ABTPé
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