Falanges e dedos
Fraturas da ponta, corpo ou base das falanges, com ou sem desvio, rotação, luxação ou comprometimento da articulação.
Agende sua avaliaçãoCada osso do pé tem função e risco próprios — “fratura do pé” não é um diagnóstico único.
Falanges, metatarsos, Lisfranc, navicular, cuboide, cuneiformes, tálus e calcâneo exigem estratégias diferentes.
Fraturas podem resultar de trauma direto, torção, queda de altura ou sobrecarga repetitiva. Algumas são estáveis; outras comprometem articulações, alinhamento ou vascularização.
O exame verifica localização da dor, pele, edema, sensibilidade e circulação. Radiografias são iniciais; tomografia e ressonância têm papéis específicos.
Desvio, articulação envolvida, estabilidade, pele, circulação e demanda funcional definem urgência e tratamento.
A classificação não serve apenas para dar nome à fratura: ela ajuda a estimar estabilidade, comprometimento articular, risco para as partes moles e melhor estratégia de tratamento.
Fraturas da ponta, corpo ou base das falanges, com ou sem desvio, rotação, luxação ou comprometimento da articulação.
Podem envolver cabeça, colo, diáfise ou base. Número de ossos fraturados, alinhamento e desvio alteram a estabilidade do antepé.
Inclui avulsão da base, fratura de Jones e fratura por estresse; a região influencia vascularização, consolidação e necessidade de fixação.
Lesão ligamentar, fratura ou fratura-luxação das articulações tarsometatársicas, variando de padrões sutis a grande instabilidade.
Fraturas do mediopé que podem comprometer colunas medial e lateral, comprimento do pé e congruência articular.
Pode envolver colo, corpo, cabeça ou processos. Desvio e comprometimento vascular exigem avaliação cuidadosa.
Fraturas extra-articulares ou intra-articulares, com possível perda de altura, alargamento e alteração da articulação subtalar.
Microlesões por carga repetitiva em metatarsos, navicular, calcâneo e outros ossos; podem não aparecer no primeiro raio X.
Identificar os fatores envolvidos ajuda a definir um tratamento proporcional e reduzir recorrências.
Nenhum exame deve ser interpretado isoladamente. Sintomas, mecanismo, exame físico e imagem precisam contar a mesma história.
Conheça a trajetória profissional →Buscar um médico com atuação dedicada em Pé e Tornozelo não deve significar receber uma indicação cirúrgica automática. O diferencial está em reconhecer o padrão da lesão, identificar instabilidade ou deformidades associadas, comparar alternativas e escolher o momento e a técnica proporcionais ao caso.
Distinguir alterações da imagem que realmente explicam os sintomas.
Avaliar alinhamento, estabilidade, marcha e estruturas associadas.
Comparar benefício esperado, riscos, tratamento conservador e impacto funcional.
Selecionar abordagem aberta, percutânea, artroscópica ou reconstrutiva conforme a anatomia.
A escolha depende do diagnóstico, gravidade, tempo de evolução, tratamentos anteriores, rotina e objetivos do paciente.
As possibilidades listadas não são um protocolo fixo. Uma mesma condição pode exigir técnicas diferentes — ou nenhuma cirurgia — conforme estabilidade, desvio, cartilagem, alinhamento, qualidade óssea, partes moles e objetivos funcionais.
Pode ser necessária quando existe desvio importante, instabilidade, incongruência articular, risco à pele, fratura exposta ou padrão com baixa chance de consolidar adequadamente sem fixação.
A lesão é estável ou sem desvio relevante, o alinhamento está preservado, não existe progressão ameaçadora e há possibilidade segura de reabilitação e acompanhamento.
Há instabilidade, desvio, incongruência articular, deformidade progressiva, risco para pele ou tecidos, perda funcional importante ou sintomas persistentes após tratamento adequado.
Este espaço está preparado para receber vídeos, animações ou artigos sobre as técnicas utilizadas, sempre com contexto e sem substituir a avaliação individual.
Ver possibilidades cirúrgicas relacionadas ›Os prazos variam conforme o diagnóstico, o tratamento realizado e a resposta individual. O acompanhamento define quando avançar cada etapa.
Não. Fraturas por estresse e algumas lesões sutis podem exigir repetição ou outro exame.
Somente após orientação, pois algumas fraturas deslocam com carga.
Não. A localização muda vascularização, risco de não consolidação e tratamento.
Dr. Francisco Honório Júnior
Ortopedista e Traumatologista · Especialista em Dor · Cirurgia do Pé e Tornozelo
CRM/AL 5698 · RQE 3037 · RQE 5839 · Membro da SBOT e da ABTPé
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